segunda-feira, 14 de julho de 2014

Fim de Copa

Olá, amigos Tricolores!
Depois de uma parada para as minhas merecidas férias e também pela Copa do Mundo estou voltando a escrever neste espaço.
O Tricolor esteve parado neste período. Com férias aos jogadores, depois um período de treino praticamente secreto já que pouca gente acompanhou o time nos EUA, e agora já no final da Copa chegaram os reforços Kaká e Rafael Tolói.
Falando um pouco sobre a Copa, assisti quase todos os jogos, e tive a oportunidade de ver in loco a brava partida entre Coréia do Sul x Bélgica.
O jogo em si não foi nada de extraordinário, mas é legal de se ver a noção tática dos jogadores em campo, e percebi isso não só nesse jogo, claro, mas em todos da Copa. Mesmo as seleções de menor expressão sabiam jogar taticamente.
Isso vem acompanhado daquela famosa frase "não existe mais bobo no futebol", principalmente porque hoje a maioria dos jogadores jogam na Europa, e os técnicos, em sua grande maioria, são preparados, estudam e se reciclam, para continuar aperfeiçoando, e criando novas maneiras para seu time jogar e se diferenciar do adversário.
De tudo que vi na Copa do Mundo o que eu mais queria que o Tricolor utilizasse era essa inteligência tática, e isso parte muito da cabeça do Treinador.
Hoje os times jogam com um esquema tático para defender e outro para atacar. Não apenas um estático.
A Alemanha, campeã se defendia no 4-1-4-1, fechando os espaços no meio, e fazendo isso sem um volante de marcação, e atacava no 4-3-3, variando até para um 3-4-3, quando o Philipe Lahm avançava mais para a linha de meio campo, e o lateral esquerdo Howedes fechava a defesa virando um terceiro zagueiro.
Para dar um outro exemplo e mostrar que é possível fazer isso, desde que o time seja bem treinado é o México. Sua defesa defendia no 5-3-2, e quando atacavam variavam no 4-1-4-1 e 4-2-3-1.
O futebol moderno de hoje é isso. Não ter apenas um esquema tático, e ocupação de espaço, e acredito que com os reforços recebidos por Muricy, menos teimosia, e muito trabalho conseguimos montar um bom time para brigar pelo Brasileiro e Copa do Brasil com peças de reposição no banco.
Em tempo: Meu time titular seria: Rogério; Douglas, Rafael Tolói, Antonio Carlos e Alvaro Pereira; Rodrigo Caio, Souza, Kaká, Ganso e Pato; Luís Fabiano.
Caso o time não esteja funcionando eu posso olhar pro banco e tenho a opção de Osvaldo, Kardec e Boschilia que podem fazer algo de diferente.
Um abraço e até semana que vem
Texto retirado da minha coluna Cadeira Cativa na SPNet

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